

Os faróis parecem ser todos iguais para você? O que muda é no máximo o tipo de lâmpada e o design? Você está muito enganado. No mercado automotivo, existem diversos tipos de faróis, com características de projeto bastante específicas, o que faz toda diferença na capacidade de iluminação da peça.
Provavelmente, na hora de trocar de carro, o farol é aquele item ao qual você nem dá importância, diante de tantas outras informações importantes de se analisar.
Mas, quando for comprar um carro, é importante ficar atento ao modelo de farol que vem no veículo, pois isso garantirá a você melhor visibilidade futuramente.
O farol se divide em três formatos principais: monoparabólico, biparabólico e blocos elípticos, cada um com uma forma diferente de distribuir luz alta e baixa.
Monoparabólico
Biparabólico
Blocos elípticos
O farol monoparabólico tem um único refletor semiesférico, responsável tanto pelo facho alto quanto pelo baixo. A luz vem de uma lâmpada geralmente incandescente, com dois filamentos.
Esse tipo de sistema de iluminação é o mais em conta para o fabricante de carros.
O farol biparabólico também tem formato semiesférico, mas com dois refletores: um cuida do facho baixo, o outro do alto. Esse tipo costuma ser mais eficiente que o monoparabólico.
O farol elíptico tem o formato elipsoidal, possui uma lente plana do lado interno e convexa da face externa.
Esse modelo de lente funciona como uma proteção que impede que a luz passe para a parte superior e ofusque os demais motoristas na via. Esse tipo de farol permite que a iluminação seja mais homogênea.
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A principal diferença está na durabilidade e no custo: o farol de vidro ilumina mais longe e dura mais, mas é mais caro. Já o de acrílico é mais barato e leve, mas propaga menos luz e amarela com o tempo.
A maioria dos faróis possui lente de vidro no conjunto principal. Por muitos anos, esse era o padrão original de fábrica, já que era o único material usado pelas montadoras.
Esse tipo de farol geralmente vem de fábrica nos modelos mais básicos, já que tem um custo mais baixo.
A lâmpada do farol pode ser halógena, super branca, de xênon, LED ou laser. Cada tipo tem um nível diferente de luminosidade, consumo de energia e permissão legal de instalação.
Halógena
Super branca
Xênon
LED
Laser
Em vez de possuir filamentos, a lâmpada de xênon gera luz a partir da descarga do gás xenônio. A vantagem é a maior luminosidade, durabilidade e menor consumo de energia.
Porém, não é permitida a instalação dessa lâmpada quando ela não vem de fábrica.
As lâmpadas de LED são uma tendência na indústria automotiva e possuem uma iluminação mais eficiente que as lâmpadas halógenas e de xênon.
Elas também são mais resistentes a impactos e vibrações, e permitem mais liberdade para o formato do farol e o design do carro.
Também só são permitidas em veículos que já vêm de fábrica com esse tipo de lâmpada.
Esse tipo de lâmpada emite uma luz branca 10 vezes mais forte que as convencionais. Para evitar lesões nos olhos, as lentes até possuem uma proteção especial.
Por enquanto, essa tecnologia está restrita a automóveis muito sofisticados. Porém, a tendência é que ela comece a se popularizar com o passar do tempo.
As lâmpadas halógenas são as mais comuns e mais utilizadas. Seu princípio não foge muito das lâmpadas caseiras, ou seja, é incandescente e ilumina por meio de uma resistência.
Elas iluminam numa escala amarela, o que é ótimo para não ofuscar o motorista que vem no sentido contrário.
As lâmpadas super brancas também são halógenas, porém trabalham em uma temperatura mais alta. Por isso, emitem um facho de luz branca que pode ser confundido com o xênon.
Elas podem ser instaladas em carros com lâmpadas halógenas comuns desde que sigam os mesmos padrões especificados no manual do automóvel.
Agora que você já conhece os principais tipos de farol, visite a linha de iluminação automotiva da Autoglass e encontre faróis, lanternas e lâmpadas das melhores marcas para o seu carro.