

Alarme de carro é uma excelente opção para trazer mais segurança quando se trata de roubos de automóveis. Infelizmente, o número de furtos de veículos no Brasil só cresce, principalmente nos grandes centros.
Apesar de ser um dispositivo comum na maioria dos veículos, existem diversas opções de alarme veicular no mercado, cada uma com funcionalidades próprias.
Neste texto, você entende como o alarme de carro funciona, conhece os principais tipos disponíveis, descobre a relação dele com a bateria, compara alarme original x instalado e confere o que diz a legislação sobre o uso.
Os alarmes automotivos são dispositivos de proteção que usam sensores para identificar tentativas de roubo, como abrir as portas, quebrar vidros ou alguém se aproximar demais do veículo.
O sistema dispara automaticamente ao identificar qualquer alteração, emitindo o som de uma sirene alta que afasta os criminosos do veículo.
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Os principais tipos de alarme automotivo são perimétrico, volumétrico, sensor de movimento adaptado, bloqueador de freios e parte elétrica, e rastreador.
Esse tipo de alarme é mais comum e é acionado assim que o motorista trava o veículo. Uma tentativa de abrir as portas faz o alarme emitir um som alto e o pisca-alerta piscar. A sua desvantagem é que muitos deles não funcionam quando o capô ou porta-malas também são abertos.
Esse tipo de alarme conta com sensores ultrassônicos que monitoram a movimentação e os sons dentro e fora do carro, disparando o alarme sonoro assim que alguém tenta quebrar o veículo.
Esse tipo de dispositivo capta todos os movimentos do veículo, indo além do volumétrico. Ele detecta aceleração e inclinação do automóvel, disparando o alarme mesmo que o carro seja roubado por reboque ou guincho sem que nenhuma porta ou janela tenha sido aberta. Geralmente esse tipo de sensor já vem de fábrica.
Esse é um dos tipos de alarme mais antigos, acionado por uma chave tetra que desliga a parte elétrica do carro. Uma tentativa de roubo trava as rodas pelo freio, impedindo a locomoção do veículo.
Esse é um dos tipos de alarme mais completos do mercado, geralmente também um dos mais caros. Além de emitir sinais sonoros durante uma tentativa de furto, o rastreador localiza o veículo caso ele seja realmente roubado.
Esse tipo de dispositivo costuma ser monitorado por uma empresa de vigilância 24h por dia. E em caso de roubo ou furto, a central de monitoramento desliga o automóvel, dispara o alarme e aciona a polícia.
| Tipo | Gatilho |
| Perimétrico | Abrir a porta |
| Volumétrico | Som ou movimento |
| Sensor de movimento adaptado | Reboque ou guincho |
| Bloqueador de freios e parte elétrica | Chave tetra desligada |
| Rastreador | Furto confirmado |
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Travamento remoto não significa que o carro tem alarme. É comum a confusão, mas são sistemas diferentes. Esse tipo de sistema serve apenas para trancar e destrancar as portas do carro a distância.
O acionamento do alarme depende exclusivamente da quantidade de energia na bateria do carro. Por isso, para que o alarme funcione, é importante que a bateria seja capaz de sustentar o seu sistema elétrico.
Isso evita falhas no alarme e também na bateria, assim como evita danos em outros componentes do automóvel.
Se você comprou um veículo 0km com alarme já instalado de fábrica, o melhor é mantê-lo. A vantagem do alarme original é que todo o seu desenvolvimento passou por controles de qualidade iguais ao restante do automóvel.
Original
Testado de fábrica, menor consumo
Instalado
Requer técnico especializado
O alarme original também passa por testes de interferência dos sinais ultrassônicos (no caso do volumétrico) em relação aos demais equipamentos eletrônicos do carro, como o rádio. Além disso, é feito para consumir o mínimo possível de energia, poupando a bateria.
A posição homologada pela engenharia também torna mais difícil desativar o sistema.
Se o seu carro não possui o item de fábrica, você pode e deve instalar o sistema. Existem diversas opções no mercado, mas o ideal é que a instalação seja feita por um técnico especializado em elétrica automotiva.
Isso evita o risco do item ser mal instalado e não funcionar, e evita sobrecarregar a bateria do veículo. Antes de instalar qualquer acessório em seu carro, em especial aqueles que não foram desenvolvidos ou certificados pela montadora, é fundamental consultar o manual do proprietário.
Lá você encontra as informações necessárias para saber se o equipamento é compatível e não causará prejuízo ao veículo.
Escolher o melhor alarme depende de consultar todas as funcionalidades que cada sistema oferece, já que existem diversos modelos e tipos, cada um com suas próprias características.
O número de funcionalidades não define, por si só, qual é o melhor alarme automotivo. O ideal depende da demanda de uso de cada motorista.
Ter um alarme automotivo traz dois benefícios principais: mais segurança contra roubo e furto, e maior valorização do carro na revenda.
Às vezes, só o indicativo de que o veículo possui alarme já inibe os criminosos de tentarem roubá-lo. O alarme também ajuda a evitar o furto do próprio veículo e dos objetos em seu interior.
Ter um alarme instalado no carro valoriza-o na hora da revenda.
O CONTRAN determina que nenhum acessório pode comprometer o desempenho operacional e a segurança do automóvel.
Usar indevidamente um aparelho de alarme que produza som ou ruído capaz de perturbar o sossego público, em desacordo com as normas do CONTRAN, é infração média, prevista no Art. 229 do CTB, com multa de R$130,16 e apreensão do veículo.
Por isso, escolha um alarme automotivo eficaz para o seu carro e que respeite as exigências do CTB e do CONTRAN.
Um bom alarme protege o carro por fora, mas as peças também importam. No Autoglass Online, você encontra vidros automotivos, iluminação automotiva, latarias e retrovisores de qualidade, tudo no mesmo lugar.