


O para-brisa é um componente de suma importância para proteção dos passageiros e do motorista. Evitar arranhões garante passeios mais seguros.
Por isso, manter o vidro em bom estado, seguindo os parâmetros do manual do proprietário e dos órgãos responsáveis, é o que garante a segurança de todos.
Leia também: Para-brisa trincado: o que fazer e quando procurar reparo
Por ser uma parte que fica na linha de frente do automóvel, o para-brisa pode ser afetado por pedras, granizo, areia, metais, palhetas sujas e colisões. Com isso, arranhões podem aparecer, e isso não dá, não é mesmo?
Eles aparecem em qualquer parte do carro, mas quando o vidro frontal é afetado, o incômodo é bem maior.
Existem alguns níveis de dano, desde os quase invisíveis até os que ultrapassam a camada do vidro. Quando o arranhão está profundo, o problema apenas se expande, até trincar de vez. Independente do caso, deixá-lo sempre liso é a melhor opção.
1
Melhor visibilidade para o motorista e para o passageiro;
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Menos chances de reparos e gastos com o polimento do vidro;
3
Carro sem aspecto de sujo;
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Mais chances e facilidade para vender ou trocar o carro, já que o para-brisa também sinaliza se o veículo está em bom estado de conservação;
5
Menos chances do para-brisa trincar por inteiro.
A boa notícia é que já existem soluções eficientes para deixar o vidro limpo, sem aspecto de sujo ou riscos causados pela própria palheta.
Dependendo do nível, o dano pode evoluir até a quebra, podendo resultar até no atingimento de estilhaços ao motorista e aos passageiros.
Qual é o seu caso?
Arranhão superficial
Resolve com polimento, feito por um técnico qualificado.
Para-brisa trincado
Não dá para polir. É preciso avaliar reparo ou troca.
Trinca pequena
Até 10 cm pode ser reparada, sem troca do vidro.
O polimento é um serviço que resolve arranhões até uma certa profundidade. Para ser feito, um técnico qualificado deve ser solicitado, para não piorar a situação.
Nele, o vidro sofre um desgaste no local arranhado e fica uniforme com o restante do para-brisa.
O cuidado de um profissional especializado é justamente para não deixar o vidro fino demais e, com isso, frágil.
Quando o para-brisa está trincado, o polimento não pode ser feito, pois o calor gerado durante o serviço pode fazer com que ele se quebre por inteiro.
Nesses casos, o motorista deve procurar um especialista imediatamente, para realizar a troca do para-brisa.
O reparo de para-brisa acontece quando o trincado é apto para esse serviço (rachadura de até 10 cm de comprimento, ou 4 cm de diâmetro, caso seja circular), evitando a troca do componente.
Ou seja, em casos de arranhões que não prejudiquem a visão do motorista, não é preciso realizar esse serviço.
Caso o para-brisa precise mesmo do reparo, as vantagens são muitas: ele é mais barato que uma troca e dura em torno de 1h para ser feito.
Além disso, nesse caso é mantido o vidro original do carro, e por isso o motorista não precisa se preocupar em comprar outro item, original ou genuíno.
Leia também: Como limpar o vidro do carro por dentro e por fora
Nos dois casos, um especialista deve ser procurado para avaliar se ele deve ser trocado ou simplesmente polido.
A Autoglass tem mais de 80 unidades em todo o Brasil, prontas para te ajudar com a troca, o polimento ou o reparo, de forma rápida e com a qualidade que você merece.
Se o seu caso for de substituição, você já pode conferir as opções de para-brisa disponíveis no Autoglass Online e encontrar a peça certa para o seu carro.
O para-brisa pode ser conceituado como um vidro que fica na parte frontal de carros, caminhões, helicópteros e aviões. O nome remete à proteção contra vento (brisa), chuva, poeira e tudo que possa atrapalhar a visão do motorista ou colocar em risco a integridade dos ocupantes do veículo.
Até 1940, os para-brisas eram fabricados em vidro temperado, mas em caso de acidentes, os vidros se tornavam partículas de alta periculosidade para as pessoas. Hoje, a peça é feita de vidro laminado, que tem um nível maior de segurança.
No carro, o para-brisa assume grandes responsabilidades, como assegurar um bom campo de visão para o motorista, de até 180º à frente, e não deixar que nenhum obstáculo possa impactar no que ele vê nas estradas e rodovias.
A importância não para por aí, e se estende a outros aspectos, descritos nos subtítulos abaixo.
O para-brisa também tem um papel estrutural importante no carro: colado à carroceria, ele contribui para a rigidez do veículo e serve de base de apoio para o correto funcionamento do airbag do passageiro.
Quando o processo de instalação ou os materiais usados são inadequados, esse apoio fica comprometido, o que pode resultar no desprendimento do vidro em caso de acidente.
Daí vem a importância de técnicos especializados para realizar quaisquer serviços relacionados ao para-brisa.
O vidro de segurança, como o para-brisa, é um elemento fundamental para que o airbag do passageiro forneça a proteção necessária quando ativado.
O para-brisa deve permanecer sempre fixo à estrutura do carro para fornecer o apoio necessário ao airbag, para que ele se solte adequadamente e fique na posição exata quando encontrar o corpo da pessoa que se inclina para frente devido à inércia.
Se o vidro de segurança se soltar, o airbag estará em outra posição e não poderá garantir a proteção para a qual foi projetado.
Além disso, o para-brisa protege o motorista e os passageiros das condições do tempo, seja sol forte ou chuva intensa. Com o vidro frontal, os raios solares são impedidos de entrar no carro, além de resguardar a todos contra chuva, insetos, poeira ou outras intercorrências.
O para-brisa é um componente do veículo, ou seja, não é considerado peça obrigatória, mas sim uma parte sem a qual o veículo não pode circular. Ainda assim, algumas legislações regulam o uso desse vidro.
De acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), na Resolução nº 960/2022, é obrigatório o uso de para-brisa em vidro de segurança laminado, sendo permitido o uso de película não refletiva, desde que dentro dos limites de transmissão luminosa.
Também é importante lembrar que a transmissão luminosa não pode ser inferior a 70% nos vidros do para-brisa, conforme o Art. 4º da mesma resolução.
Além disso, o mesmo órgão estabelece, no Art. 13, que trincas e fraturas circulares são classificadas como dano ao para-brisa, por prejudicarem a visibilidade e a segurança do condutor.
O site JUS.com.br publicou uma explicação dessa regra, aplicável a carros de passeio. De acordo com o artigo, a área crítica de visão é delimitada pela metade esquerda da área de varredura das palhetas do limpador.
Nessa área e em uma faixa periférica de 2,5 cm das bordas externas é proibida a existência de trincas ou fraturas. Na área restante é permitida a existência de no máximo dois danos, desde que respeitados os seguintes limites: trincas não superiores a 10 cm de comprimento e fratura não superior a 4 cm de diâmetro (Art. 16 da mesma resolução).
Nos caminhões, ônibus e micro-ônibus, as determinações estão no Art. 15 da mesma resolução. Veja abaixo:
Art. 15. Nos para-brisas dos ônibus, micro-ônibus e caminhões, a área crítica de visão do condutor conforme figura ilustrativa do anexo desta resolução é aquela situada à esquerda do veículo determinada por um retângulo de 50 centímetros de altura por 40 centímetros de largura, cujo eixo de simetria vertical é demarcado pela projeção da linha de centro do volante de direção, paralela à linha de centro do veículo, cuja base coincide com a linha tangente do ponto mais alto do volante.
| Item | Carros de passeio | Ônibus e caminhões |
|---|---|---|
| Transmissão luminosa mínima | 70% | 70% |
| Danos permitidos (máx.) | 2 | 3 |
| Trinca máxima | 10 cm | 20 cm |
| Fratura circular máxima | 4 cm | 4 cm |
Portanto, seguir essas resoluções e ficar atento aos sinais de trinca e à transmissão luminosa é importante até mesmo para o bolso, já que o descumprimento pode gerar multa, retenção do veículo e perda de pontos na carteira de habilitação (CNH).
Não espere o problema piorar. Conte com os técnicos especializados da Autoglass para avaliar se o seu caso pede polimento, reparo ou troca.